
27/03/26
O consumidor está menos fiel?
O funil tradicional das marcas ajuda a sustentar um modelo estratégico que já envelheceu: awareness, consideração, compra, preferência, lealdade
O mercado ficou eficiente demais para continuar interessante
24/04/26

Durante anos, o marketing aprendeu a interromper com eficiência. Ficou mais rápido, mais preciso, mais mensurável, mais obcecado por otimização. A máquina funcionou. Cliques subiram, jornadas encurtaram, e o digital venceu em conveniência.
Eficiência não é sinônimo de vínculo, e alcance não é sinônimo de relevância. E alguma coisa se perdeu no caminho: marcas presentes em todo lugar, mas memoráveis em quase lugar nenhum.
O analógico voltou. Não como nostalgia e muito menos como rejeição da tecnologia. O analógico voltou como resposta a um mercado que acelerou demais a relação entre marcas e pessoas. Voltou porque, em um ambiente saturado de estímulo, a presença passou a valer mais do que a exposição.
Em diferentes mercados, cresce a busca por experiências mais tangíveis, relacionamentos mais significativos e formas de interação que vão além das telas. Ao mesmo tempo, marcas começam a redescobrir o valor de criar espaços, rituais e experiências capazes de gerar conexão, pertencimento e lembrança. Em um cenário de atenção fragmentada, o desafio deixa de ser apenas aparecer e passa a ser criar momentos que realmente mereçam ser vividos.
Confira o artigo completo do Ewerton Mokarzel na InfoMoney.