
19/03/26
O consumo na era dos apartamentos de uma pessoa só
Quando mais pessoas vivem sozinhas, não muda apenas a configuração da casa. Mudam também a compra, a alimentação, o lazer, os serviços e a relação com o tempo.
O funil tradicional das marcas ajuda a sustentar um modelo estratégico que já envelheceu: awareness, consideração, compra, preferência, lealdade
27/03/26

Num mercado em que comparar é instantâneo, testar ficou barato e trocar deixou de ser traição para virar rotina, a marca forte já não é a única escolhida. É a que continua sendo escolhida primeiro.
O consumidor está menos fiel? Talvez. Mas essa pergunta, do jeito que costuma ser feita, já nasce deslocada do contexto em que o mercado opera. Porque a mudança mais importante não foi a queda da lealdade. Foi a mudança do que ela passou a significar.
Durante muito tempo, fidelidade foi tratada como exclusividade. A ambição das marcas era ocupar um espaço único na mente e na preferência dos consumidores. Hoje, porém, a dinâmica é diferente. O acesso facilitado à informação, a abundância de opções e a redução das barreiras para experimentar novas alternativas transformaram a forma como as pessoas constroem suas relações com produtos, serviços e marcas.
Nesse contexto, lealdade deixa de representar permanência absoluta e passa a estar mais ligada à capacidade de permanecer relevante, ser lembrado e continuar fazendo sentido em diferentes momentos da jornada do consumidor.
Confira o artigo completo do Ewerton Mokarzel na InfoMoney.