
09/04/26
Por que voltamos a era do cigarro?
A volta do cigarro não parece ser só um retorno de consumo, mas uma readaptação cultural.
Depois do "vale da fofura" digital, as marcas redescobrem o valor de ritos, heranças e signos que diferenciam e geram valor
06/02/26

Quando todo mundo veste moletom, o terno vira atitude. O mesmo está acontecendo com as marcas. Depois de uma década de minimalismo pasteurizado que trocou brasões por tipografias sans-serif, a formalidade reaparece não como nostalgia, mas como estratégia. Não nasceu no Photoshop. Veio de um mercado mais competitivo, da busca por diferenciação e do desgaste de uma estética que transformou inúmeras marcas em versões muito parecidas umas das outras.
Em um cenário de crescimento mais lento e consumidores mais criteriosos, elementos como legado, autenticidade e reconhecimento voltam a ganhar relevância. Mais do que parecer moderna, uma marca precisa transmitir valor, confiança e identidade própria. O resultado é um movimento de resgate de símbolos, narrativas e códigos visuais capazes de criar distinção em um mercado cada vez mais homogêneo.
Confira o artigo completo do Ewerton Mokarzel na InfoMoney.